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Mundo cripto

Tudo o que você precisa saber sobre o mundo das criptomoedas, por Iago Orben e Rodrigo Panuzzio.

Empréstimo lastreado em criptomoedas torna-se realidade

O Bitcoin segue caindo, e encerra mais uma semana no vermelho, dessa vez com uma desvalorização de 2,9%. Durante a semana a cotação máxima foi de US$ 40.643, e a mínima de US$ 37.617, a liquidez se manteve entre US$ 25B e US$ 30B negociados por dia, e o valor total do mercado de criptoativos encerrou a semana com uma capitalização de US$ 1.73T.

icone de relogio 02/05/2022 10:38

O Bitcoin segue caindo, e encerra mais uma semana no vermelho, dessa vez com uma desvalorização de 2,9%. Durante a semana a cotação máxima foi de US$ 40.643, e a mínima de US$ 37.617, a liquidez se manteve entre US$ 25B e US$ 30B negociados por dia, e o valor total do mercado de criptoativos encerrou a semana com uma capitalização de US$ 1.73T.

Gráfico do Bitcoin entre 25/04 e 01/05:

O cenário no curto prazo segue incerto, principalmente após o FED começar a enxugar a liquidez dos mercados globais, e com isso as criptomoedas também são afetadas, e somado a isso temos a grande acumulação de BTC por baleias do mercado, o que pode causar uma grande correção no ativo no médio prazo caso ocorra alguma crise de liquidez nesse período, porém quando falamos em longo prazo as perspectivas para o ativo seguem cada vez melhores, visto a grande adoção e a percepção de valor que o ativo pode gerar, e a grande onda de regularização que está ocorrendo ao redor do mundo, permitido que cada vez mais investidores institucionais coloquem o ativo em suas carteiras de investimento.

A principal plataforma de contratos inteligentes, o Ethereum, também caiu durante a semana acumulando uma desvalorização de 4%, sendo a cotação máxima atingida de US$ 3.025, e a mínima de US$ 2.728, o volume se manteve estável depois de uma semana de baixa liquidez.

Gráfico do Ethereum entre 25/04 e 01/05:

As perspectivas para o ethereum também seguem positivas no longo prazo, com um pouco mais de incertezas, visto que ninguém sabe ainda como a rede vai se comportar após o tão aguardado The Merge, que também é mal compreendido pela maioria dos investidores que não possuem conhecimento técnico tão aprofundado, pois, diferente do que acreditam o The Merge não será uma simples transição de modelo de consenso que resolverá todos os problemas da rede como as taxas de transação e a escalabilidade, mas sim permitirá que esses problemas sejam resolvidos ao longo dos próximos anos.

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Goldman Sachs lança primeiro empréstimo lastreado em criptomoedas.

Como uma clara sinalização de que cada vez mais as grandes instituições de Wall Street estão se interessando pelo mercado de criptomoedas, o Goldman Sachs permitiu pela primeira vez em sua história que investidores tomassem empréstimos com garantia em bitcoin. Isso permite que investidores de BTC tomem empréstimo em moeda fiduciária, como o dólar, deixando seus BTC como garantia, porém essa é uma operação de bastante risco, pois, caso o preço do bitcoin cai muito rápido, o tomador do empréstimo é obrigado a aumentar sua garanti, caso não faça isso ele poderá ter suas garantias liquidadas.

Isso deixa claro que cada vez mais teremos produtos mesclando ativos do mercado tradicional e o mercado de criptomoedas, e que cada vez mais os criptoativos farão parte do dia a dia das pessoas.

Buenos Aires pretende aceitar criptomoedas para o pagamento de impostos.

A capital da Argentina, Buenos Aires, pretende utilizar a tecnologia das blockchains como um dos pontos principais para a digitalização da cidade. O prefeito da cidade, Horacio Rodríguez Larreta, prevê um aumento significativo no uso de criptomoedas e de blockchains, e pretende autorizar o uso para transações públicas, como o pagamento de impostos.

A cidade pretende lançar uma plataforma para seus cidadãos de identificação digital, onde reunirá todos os documentos de um cidadão de Buenos Aires em um único lugar, como data de nascimento, histórico médico, históricos escolares, entre outros. Para garantir a segurança de todas essas informações sensíveis será utilizado uma estrutura DLT (distributed ledger technology), onde os dados ficam armazenados distribuídos em uma rede de computadores decentralizada. Como o prefeito mencionou: “Todo esse fluxo de informações, que se ampliará em progressão geométrica, será protegido pela tecnologia blockchain [...] Vamos nos tornar os pioneiros na adoção dessa tecnologia para que os usuários possam controlar seus dados por conta própria.”.

Buenos Aires está dando um passo gigantesco em direção à digitalização e à Web3.

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